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quarta-feira, 6 de julho de 2016

URGENTE: Menos de 24hs após sepultamento de professora assassinada noivo foi preso temporariamente como suspeito do crime, população pede justiça

 


A pequena e pacata cidade de Pé de Serra ainda está em clima de luto, assim também como a população de Riachão do Jacuípe, nas ruas das duas cidades todos os comentários hoje (6) ainda era a morte brutal da professora Ienata Pedreira Rios. Pessoas que conheciam a professora, que conviveram com ela comentam que “a ficha ainda não caiu” de que tamanha brutalidade foi cometida com uma pessoa tão amiga, amorosa e bondosa.

O principal suspeito do crime chocante é o noivo da vítima, Cássio Fabrício Almeida, mas a família da professora não acreditava na hipótese até a tarde de hoje, a empregada da professora deu uma entrevista exclusiva  a TV Verdade do nosso blog (veja no vídeo) e disse também não acreditar que o noivo seja o culpado, ela foi quem esteve na casa e junto com uma vizinha descobriu o corpo.


Durante grande parte da manhã as amigas de Ienata, que estiveram com ela em um show na cidade de Feira de Santana, prestaram depoimento na Delegacia de Riachão e informaram que a professora estava bem e aparentemente feliz. Elas não quiseram gravar entrevista mas disseram que deixaram Ienata em casa por volta de meio-dia de sábado e que ele não comentou nada a respeito de ameaças ou sobre seu relacionamento com Cássio.

Já no inicio da tarde o filho e a mãe da professora também foram ouvidos na Delegacia, ninguém quis falar com a imprensa. Durante o tempo que aguardávamos na DP para mais informações, chegou a informação de que o noivo de Ienata havia sido preso temporariamente em Serrinha onde passava por exames de corpo delito.





A notícia se espalhou pela cidade e logo a frente da Delegacia ficou lotada de pessoas que aguardavam a chegada de Cássio, que chegou por volta das 18h40 numa viatura da Polícia Civil sob forte escolta policial. A população estava presente e fez protesto os gritos de justiça.
Agora a polícia corre contra o tempo para conseguir respostas com mais rapidez, resultados e laudos do material colhido na cena do crime montando um verdadeiro quebra cabeças literalmente, para elucidar um dos crimes mais hediondos que já aconteceu na cidade de Riachão. Cássio nega o crime, e diz que não foi ele que matou e joga suspeita a outras pessoas, devido a forte comoção a imprensa não pode falar com ele, nossa reportagem ainda vai tentar uma entrevista durante esses 30 dias de prisão temporária.

VEJA O VÍDEO:


  

REPORTAGEM DE ALANA ADRIELLE.
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