.

.

.

.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ATUALIDADE: Secretaria de Assistência Social realiza caminha pelo dia 18 de Maio de combate ao abuso de crianças e adolescentes




O “Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00, no dia 18 DE MAIO, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro. Em Riachão do Jacuípe esta data e lembrada com uma caminhada pelas ruas da cidade com alunos das escolas e crianças acompanhadas de seus pais, e toda equipe da Secretaria de Assistência Social.

A data é marcada e remete ao dia 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, uma menina de oito anos chamada Araceli Cabrera Crespo, que teve sua vida interrompida em decorrência da violência. Conta-se que no dia a menina deixou a escola mais cedo a pedido de sua mãe para fazer a entrega de alguns envelopes, supostamente com drogas, em um bairro nobre da cidade, nos registros mostram que a mãe da menina era uma traficante boliviana. No local da entrega, Araceli foi atacada por alguns jovens drogados, que a violentaram, espancaram e tiraram sua vida com requintes de crueldade.




Aqui em Riachão alguns casos de abuso são registrados, no ano de 2014 foram cerca de 100 casos registrados no Conselho Tutelar, muitos praticados por pessoas próximas da criança, alguns até parentes. Mas a cada ano a caminhada visa conscientizar a todos da importância de se prevenir, dando queixa, prestando atenção no comportamento da criança, conversando com os filhos adolescentes e alertando aos mesmos para o mal.

No abuso sexual, as crianças e adolescentes, por estarem em estágio de desenvolvimento diferenciado do agressor, às vezes não conseguem entender o contato sexual inadequado ou se esquivar dele, por diversas situações, sejam elas psicológicas ou sociais. O abuso é a utilização do corpo de outra pessoa para satisfação sexual pessoal. A exploração sexual por sua vez esta relacionada ao caráter mercadológico da prática sexual com menores de 18 anos, ou seja, quando se paga para ter sexo, em suas diferentes configurações. Ambas as situações são consideradas crimes de violência sexual.

DA REDAÇÃO (Fotos: Rômulo Carneiro – ASCOM/Prefeitura Municipal de Riachão do Jacuípe).

Postar um comentário